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Valor Pela Captura do Lacosta da Serrinha foi Aumentado

Por causa da tentativa de invasão do Terceiro Comando Puro da Serrinha, no território do Cajueiro, dominado pelo Comando Vermelho, e que ocasionou na morte de uma criança de 4 anos com um tiro no peito. O valor pela captura do chefe do Complexo da Serrinha foi aumentado.

Antes o Lacosta valia apenas R$ 5 mil reais, agora dobraram a quantia, e a missão é efetuar sua captura para evitar um derramamento de sangue em Madureira, pois ele pretende invadir os morros da Congonha (CV) e Cajueiro (CV).

Lacosta estava meses fora dos olhos das autoridades, controlando o Morro da Serrinha sem ser incomodado, e até patrocinando outras guerras no Rio de Janeiro, como a retomada do Morro do Estado em Niterói e também o Complexo do Santo Cristo na Fonseca.


Mas pela repercussão da invasão que ele autorizou no Domingo de Páscoa no Morro do Cajueiro (CV), pegou mal entre os moradores, principalmente pela morte de uma criança.

É traumático para os moradores quando um morro muda sua administração criminosa, mas quem não possui envolvimento, acaba se acostumando.

Quando essa invasão acaba tirando vidas inocentes, e não só dos traficantes rivais, a transição tende a ser a mais difícil possível, como a não aceitação e até denúncias contra os traficantes.

O tráfico no Morro do Cajueiro (CV) não anda bem das pernas, mas por se tratar de uma comunidade com uma história na facção, mesmo capengando, quando precisa de ajuda para se proteger, ela costuma vim rápido e de diversos territórios da mesma facção.


Traficantes da Vila Aliança Impõem Clima de Guerra contra a Coréia em Senado Camará

Novamente os comparsas da Vila Aliança (TCP) e Coréia (TCP) entraram em conflito novamente, com rumores de confrontos entre os grupos.

Essa noticia não é nova aqui no "Crimes News", e desde o ano passado apareceram casos que apontavam atritos entre os chefes do tráfico das comunidades da Vila Aliança e Coréia, que são da mesma facção.

No Terceiro Comando Puro, é uma sina os chefões não se entenderam e abrirem "papo de guerra" no seu território.

Dessa vez o estopim foi a morte de um homem de confiança do traficante Ribeiro, líder na comunidade da Vila Aliança (TCP) em Bangu.

Os traficantes da Vila Aliança descobriram que o comparsa foi morto por ordens do traficante Gil Pinheiro dos Santos, o Milgol, chefe do tráfico na Favela da Coréia (TCP). Executaram o comparsa do Ribeiro e abandonaram seu corpo em um veículo Hilux.

O traficante Ribeiro era o único que no passado ainda tinha relações amigáveis com os comparsas da Coréia, mas agora com a morte do seu comparsa, essa amizade acabou!
Ribeiro.

Nessa história entre as rivalidades em Senador Camará, o traficante Natan ou Estrangeiro, que ocupava o cargo como frente na Vila Aliança, está fora da comunidade e existem rumores que ele foi afastado do cargo na comunidade, por diversas insatisfações.

Atualmente o frente é o Ribeiro, em companhia do traficante conhecido como Galo, irmão do Peixe, chefão da Vila Aliança e que se encontra preso.

Ontem os moradores informaram que os traficantes da Vila Aliança (TCP) deu um toque de recolher na comunidade, avisando que iriam invadir as comunidades do Mobral e Rebu no Complexo da Coréia.
Ilustrativa.

Por outro lado, o grupo do Milgol colocou os fuzis nas principais entradas do Complexo da Coréia e armou diversas barricadas na divisa das duas comunidades.

Aparentemente, os boatos cresceram tanto, que nada aconteceu.

Mas o conflito não parece que vai acabar rapidamente!

CV invade e controla os pontos da Cruzada São Sebastião no Leblon

Há anos o Comando Vermelho almeja controla os pontos de drogas na pequena Cruzada São Sebastião no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro.

O ponto é extremamente lucrativo pela localidade, e é dominado pela facção Amigos dos Amigos da Favela da Rocinha em São Conrado, também na zona sul.

É ou era. Pois na semana passada, traficantes do Comando Vermelho entraram e dominaram a Cruzada São Sebastião, expulsando os traficantes ligados ao ADA, que abriram fuga em direção a favela do Vidigal (ADA) na zona sul.

O tráfico da Cruzada não ostenta fuzis e dificilmente tem um intenso tiroteio quando acontecem esses tipos de guerras. Normalmente são só rádios e pistolas na comunidade.

A última invasão do CV foi em Março de 2015, quase um ano, quando também expulsaram os traficantes ligados ao ADA, que retomaram dias depois.


Essa invasão foi organizada pelos traficantes do Pavão-Pavãozinho (CV), com auxilio de soldados dos Morros da Mangueira, Borel e Cidade de Deus. Patrocinados pelo traficante Pitbull, chefão dos morros do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho.

Os traficantes do ADA que foram expulsos da Cruzada, agora se organizam na Rocinha e Vidigal, para armar um retorno para a Cruzada.


Enquanto isso, os traficantes do CV ameaçam invadir a localidade da Chácara do Céu, também na zona sul do Rio de Janeiro.

Nos últimos dias, os bondes patrocinados pelo PPG, organizam uma série de invasões em morros rivais da zona sul. Foi assim no Morro do Chapéu-Mangueira (TCP) e agora está sendo na pequena Cruzada.

Vamos aguardar os próximos capítulos.

Novo Frente da Vila Aliança Ganha Cartaz nos Procurados

Já estava demorando pra acontecer, mas já começam a pipocar cartazes de procurado em nome do chefe do tráfico na Vila Aliança (TCP) em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Natan Isaque Souza Santos (25 anos), ou apenas conhecido como Natan, hoje, é o novo Gerente Geral do tráfico na Vila Aliança ou popularmente conhecido no 'jargão" do tráfico, o Frente da comunidade.

Nos últimos dias as operações na Vila Aliança ganharam foco em prender o traficante Natan, e por algumas vezes chegaram perto do traficante, baleando e prendendo os seus seguranças pessoais.

O ultimo acontecimento foi a morte de um dos seus seguranças, que teve o corpo abandonado dentro de um carro na Vila Aliança.

As suspeitas abriram em cima dos comparsas de facção do Complexo da Coréia (TCP), onde o Natan continua sustentando a rixa deixado pelo seu chefe, o Rafael Alves, o traficante Peixe (preso).
Peixe ou Flamengo (preso).

Natan assumiu a liderança da Vila Aliança assim que o Peixe optou por se retirar da comunidade, para tratar da sua doença grave, que por muitas vezes acaba com a sua saúde no dia a dia do tráfico.

Após uma reunião e com a participação dos chefes da Serrinha, Amarelinho e Acari, onde participaram por telefone, o Natan foi indicado como novo frente.

Existiam outros nomes para assumir o cargo, como os traficantes Ribeiro e Galo, mas há tempos o Ribeiro desagradava o Peixe, abrindo contato com o traficante Gil Pinheiro dos Santos, o Careca ou Milgol, chefe do tráfico na Favela da Coréia (TCP) em Senador Camará.

Dos homens que assumiram a frente da Vila Aliança, o Ribeiro foi único que procurou trazer os laços de amizades dos comparsas da Coréia novamente.


Mas após assumir a frente da Vila Aliança, o Natan apenas sustentou a briga, e pior, sem aprovação dos moradores da comunidade, que sofrem com essa briga interna na região.

Ao contrário do Peixe, o Natan não tem uma grande aprovação na Vila Aliança, e nem mesmo entre os comparsas no crime. O traficante Peixe procurava ser aquele traficante do estilo antigo, onde procura ser assistencialista quando necessário, mas principalmente, procurava ouvir e resolver até as reclamações dos moradores. Diferente até do antigo chefe da Vila Aliança, o traficante Tola (preso), que até hoje a sua possível volta causa medo e pesadelos para os moradores.

Já o Natan é considerado como a "nova era" do Terceiro Comando Puro, que são traficantes novos de idade e com a maior responsabilidade dentro de uma comunidade. Nessa lista estão seus comparsas Lacosta da Serrinha, TH do Complexo da Maré e Chaves da Favela do Muquiço.

A policia entende que a cada grande operação para coibir tráfico na Vila Aliança, eles chegam mais perto de capturar o Natan.

Ele responde pelos crimes de Tráfico e associação para o tráfico.

Traficantes do Morro do 18 Trocam tiros com Milicianos do Fubá

Fim de semana de Páscoa foi quente na zona norte do Rio de Janeiro. Coincidentemente, quase um perto do outro.

Já bastasse o baque mal sucedido dos traficantes do Complexo da Serrinha (TCP) no Morro do Cajueiro (CV) em Madureira. Perto dali, no Fubá, outra facção aplicou um baque em território rival.

Aconteceu no Morro do Fubá em Cascadura, também na zona norte.

Os traficantes da facção ADA do Complexo do 18 em Água Santa, receberam a informação que tinha Milicianos no pé do Morro do Fubá, dentro de um bar nos acessos da comunidade.

Confirmado essa informação, a liderança do Morro do 18 (ADA) formou um grupo para invadir o Morro do Fubá (milícia) para aplicar um baque nos rivais.



Liderados pelo traficante Jean, chefe do Morro do 18, os traficantes se depararam com a Milícia do Fubá e trocaram tiros nos acessos da comunidade.

Nesse confronto, morreu um morador, que não tinha nenhum envolvimento com a Milícia, e um Policial Militar também foi ferido, mas não confirmaram se o mesmo tinha algum envolvimento com a Milícia do Fubá.


Para o azar dos invasores, o traficante Jean também saiu baleado no confronto, mas o ferimento não foi grave, e saíram da comunidade o mais rápido possível, abandonando um dos veículos que usaram para a invasão.

Concluindo.
Jean.

Não foi uma invasão arquitetada pela facção ADA, mas sim, foi apenas um "baque" para medir o poder bélico dos Milicianos do Fubá, e também para mostrar que estão vivos e de olhos abertos na região.

Lembrando que há meses atrás, os Milicianos do Fubá e Campinho, defenderam seu território contra o Comando Vermelho da Praça Seca, liderado pelo traficante Da Russa e seu bonde conhecido como "Bonde do Lobo Mau".


Traficantes da Serrinha tentam invadir o Cajueiro e mata uma criança de 4 anos

Nem todas as comunidades tiveram Paz no Domingo de Páscoa.

Ontem em Madureira, um grupo dos traficantes liderados pelo Lacosta no Complexo da Serrinha (TCP) tentou invadir o Morro do Cajueiro (CV), que fica ao lado.

Tinha muitos moradores curtindo essa data comemorativa, mas os traficantes do Terceiro Comando Puro não levaram consideração e abriram fogo no meio da multidão.

Nesse baque, foram atingidos duas pessoas, uma jovem que está hospitalizada e um menino de 4 anos, que tomou um tiro no peito e não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo.

Lacosta e seu grupo.
Há dias ocorre focos de confrontos entre os dois grupos, que ostentam uma rivalidade territorial de anos.

Não é a primeira vez que o grupo do Lacosta atinge um morador na área rival, e conforme o andamento da região, também não será a última vez.


Provavelmente acontecerá operações no Complexo da Serrinha (TCP) para coibir as ações dos grupos do traficante Lacosta, o chefão da Serrinha.


Após perseguição policia mata abastecedor do Complexo da Pedreira

Hoje a Policia esta realizando uma operação para cumprir mandados no Morro da Pedreira (ADA) em Costa Barros, zona norte do Rio de Janeiro.

Mas os problemas começaram bem antes.

Na manhã dessa segunda-feira a policia interceptou três carros fugindo do Morro da Pedreira (ADA) em direção a Barros Filho, localidade que também é dominada pela facção ADA.

Houve uma troca de tiros na perseguição, e atingiram o traficante conhecido como Geléia, que não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo.

Segundo investigações da policia, o Geléia participava do tráfico no Complexo da Pedreira, com a função de abastecer as bocas de cocaína nas comunidades.


O veículo que o sujeito foi interceptado, era um Hyundai Tucson, e constou como "furtado".

O final dessa perseguição terminou próximo a comunidade do Chaves (ADA) em Barros Filho, local que é controlado pelo traficante Arafat, um dos chefes da facção ADA.

Possivelmente teremos mais um dia de seguidos sufocos ao tráfico no Complexo da Pedreira (ADA) em Costa Barros.

Policia Acha carro roubado de Policial Militar no Morro da Pedreira.

Os Policiais Militares do GAT do 41º BPM (Irajá) entrou com um Caveirão nos acessos do Morro da Pedreira (ADA) em Costa Barros na zona norte do Rio de Janeiro.

Essa incursão começou por volta da 4h30 da manhã, que coincidia com o final do tradicional "Baile Funk" que acontece todos os sábados na Pedreira.

Quando entraram na Rua 14 próximo a Estrada Botafogo, encontraram um veículo Citrõen C4, que dentro estava um elemento com atitudes suspeitas.

Averiguaram o carro e abordaram o elemento.

Com ele encontraram uma pistola PT 840, e pra surpresa dos policiais, dentro do veículo encontraram uma farda da policia militar.


Logo perceberam que possivelmente o policial poderia estar em algum local do Morro da Pedreira (ADA) em posse dos traficantes. Lembrando que dificilmente os traficantes perdoam um policial no Rio de Janeiro.

O elemento jogou limpo, afirmou que roubou o carro na Avenida Brasil, no sentido de Coelho Neto.

O comandante do 41º BPM autorizou que a guarnição incursionassem no alto do Morro da Pedreira (ADA) para achar mais pistas do roubo do carro do policial militar.

Logo ganharam o alto do Morro da Pedreira, mas tiveram que trocar tiros com os traficantes, que estavam fazendo a segurança do evento que acontecia na comunidade.

Possivelmente em dia de evento, tem a presença de membros fortes na hierarquia da facção ADA do Complexo da Pedreira. Como a presença do traficante Emerson Brasil, o Raro, frente do tráfico dos morros da Pedreira e Lagartixa.

No final da operação os policiais foram informados que o Policial roubado já estava fazendo um registro de roubo na 40º DP, e estava ileso.

Descobriram que o assaltante mesmo sabendo que era um Policial Militar, preferiu liberá-lo após muitas perguntas.

E assim começou o "Domingo de Páscoa" para os moradores do Morro da Pedreira em Costa Barros na zona norte do Rio de Janeiro.

Complexos do Crime - Maré - As áreas do TCP

Essa continuação da nossa série "complexos do Crime" teve muito pedidos entre os leitores. Pode ser considerado uma área que teve grande responsabilidade pelo racha entre a antiga união TC/ADA, onde dissolveram após muitas brigas internas em meados de 2003.

Complexo da Maré é um território com mais de 15 comunidades, e em quesito área territorial e populacional, pode ser considerada uma das maiores do Rio de Janeiro.

Historicamente as facções sempre digladiaram pelos territórios do Complexo da Maré, que já chegou se controlado por quatro grupos criminosos diferentes, entre eles; Cv, ADA, TCP e Milícia.

Em um certo tempo a facção Amigos dos Amigos ostentou a maioria do poder territorial no Complexo da Maré, mas anos depois, foi a vez do TCP receber esse poder.

Lembrando que o CV sempre se fez presente no Complexo da Maré, e sempre com os seus dois e poderosos territórios, as comunidades do Parque União e Nova Holanda. Há anos atrás os domínios do Cv se estendiam até a Vila do João, mas perderam para a facção ADA.


Nos últimos anos um grupo Miliciano também se fez presente no Complexo da Maré, dominando as comunidades da região norte do complexo, que ficam na ponta do complexo. As conhecidas Roquete Pinto e Praia de Ramos, que também no passado já foram controladas pelo ADA. Até hoje a Milícia se faz presente no seu território e sem ser incomodado.

Como o assunto principal são as áreas do TCP, que hoje é a maioria, vamos entrar de vez nesse assunto.

O Inicio do Complexo do TCP na Maré

O Terceiro Comando sempre teve seu território no Complexo da Maré. Antes de adotar a denominação "Puro" no final da sigla da facção, o grupo controlava as comunidades do Morro do Timbal e Baixa do Sapateiro, e dividiam uma parte da Vila do Pinheiro com os amigos do ADA, quando ainda existia a famosa união criminosa.

Estamos falando do fim dos anos 90 e até o inicio dos anos 2000. O cabeça do Terceiro Comando era o traficante Ney da Conceição Cruz, o Facão, que ganhava apoio direto dos comparsas do Complexo do Acari, Dendê e Complexo da Coréia na zona oeste.
Facão.

Após o fim da união em meados de 2003, o ADA conseguiu ficar com a totalidade da Vila do Pinheiro, e organizados pelo traficante Samuca (Coroa) iniciaram uma guerra que durou anos com a facção TC, que virou TCP após a separação.

Linho, líder do ADA na Maré, e Facão, líder do TCP na Maré, foram os cabeças da separação da união no Complexo da Maré. Sem contar os desentendimentos do Linho com o Derico do Acari, que ocasionou da separação da união no Complexo da Pedreira, em Costa Barros na zona norte.

Linho era o manda chuva no Complexo da Maré e Pedreira, e após o seu sumiço, o seu sucessor foi o traficante Samuca, que logo foi capturado na comunidade Salsa e Merengue em 2005.

Naquela época o quartel general da facção ADA era no Complexo da Maré, que ostentava um grupo bem armado e organizado, levando conexões com as comunidades do Complexo do São Carlos e Rocinha.
Sassá, Coroa ou Samuca.

Essas conexões foram se quebrando com o tempo, e piorou quando o Samuca ordenou a morte do seu "frente" o traficante conhecido como Quengão, que era muito querido no São Carlos e Rocinha.

O Quengão foi morto por ser acusado de abrir conversas com o Terceiro Comando Puro, e sua morte rachou a liderança na facção ADA, e deixaram que o Complexo da Maré andassem com as próprias pernas e sem ajuda.

Foi o inicio da queda do império do Coroa, incluindo o Complexo da Maré, que futuramente a facção ADA seria varrida daquele território.

Inicio da Guerra pelo Complexo da Maré

Os responsáveis pela guerra foram os traficantes Marcio José Sabino, o Batgol (morto) e Ney da Conceição Cruz, o Facão (Preso).

Os dois se encontravam detidos no sistema prisional, e ambos controlavam territórios importantes na facção Terceiro Comando Puro. O Batgol era o chefão da zona oeste, e controlavam um território bem armado e lucrativo para seu grupo no bairro de Senador Camará.
Batgol ou Matemático.

Observando a desorganização dos rivais no Complexo da Maré, os dois chefões saíram da cadeia e iniciaram o processo de invasão e expulsão do ADA na Maré.

Quase que ao mesmo tempo, os chefões ganharam as ruas e patrocinaram uma guerra que durou entre os meses de abril até setembro de 2009.

Foram dias de confrontos, com muitos mortos e uma onda de violência no Complexo da Maré.

Os homens de guerra dos traficantes Facão e Batgol, foram expulsando o ADA dia após dia, invadindo e tomando as comunidades do Fogo Cruzado, Vila do Pinheiro e Salsa e Merengue.

No meio da guerra, os dois chefões foram recapturados pela policia. O Facão foi encontrado na cidade litorânea do Guarujá em São Paulo.

Quem pensava que a guerra cessaria, ela apenas ganhou novos capítulos.

Os homens que tomaram a frente das invasões, eram os seguranças e homens de confiança do Facão. Até soldados do ADA que optaram por trocar de facção no meio da guerra.

Para concluir o processo de invasão do TCP no Complexo da Maré, o traficante Marcelo Santos das Dores, o Menor P, ganhou a responsabilidade de "General", contando com ajuda dos comparsas Chapoca, Bill e Carrapato.

Menor P ou Astronauta.

Sem muito poder bélico para enfrentar o ADA na Vila do João e Conjunto Esperança, tiveram que pedir empréstimos no Complexo do Acari e Complexo da Coréia, que também transferiu soldados para auxiliar na guerra.

Enquanto isso no lado do ADA, dia após dia os homens de confiança do Samuca foram capturados ou mortos, restando poucos soldados para segurar as investidas do Menor P e seu grupo do TCP.

Em junho de 2009, o TCP concluiu a invasão total da Vila do Pinheiro, onde os traficantes do ADA recuaram para a Vila do João e Palace, e ganhavam reforços do Complexo do Caju na zona portuária.

Em Setembro os ânimos esquentaram no Complexo da Maré, e foi uma onda de violência desenfreada nas ruas das comunidades em guerra.

Em números não confirmados, cerca de 100 jovens perderam a vida nos seis meses de guerra entre as facção TCP e ADA.

Como a guerra já ganhavam matérias em portais eletrônicos e jornais, começaram aparecer as denúncias de favorecimento policial no meio da guerra, onde favorecia a entrada do TCP nas áreas dominadas pelo ADA.

Na Baixa do Sapateiro, em uma operação policial, chegaram apreender um jogo de uniformes completos do Batalhão de Operações Especiais. Foi dito que eram réplicas, e não eram as fardas oficiais do batalhão.



Foi nesse momento que as autoridades descobriram que o grupo organizado pelo Menor P, entrava nas favelas vestidos de BOPE, para ludibriar os rivais nas investidas. Como tem formação militar e já foi da brigada paraquedista, o Menor P sempre prezou por táticas de guerra na invasão, e cobrava insistentemente dos soldados essa postura.

O grupo do TCP sempre invadia vestido de BOPE, com botas e artefatos de guerras no uniforme. Soldado de tênis ou chinelo, era repreendido pelo Menor P.

Até que a facção ADA tentava rebater as invasões na Vila do João, onde tentavam retomar os pontos na Vila do Pinheiro, e essa ação costumava fechar a Linha Amarela e causar pânico na população.

No inicio de setembro de 2009, em uma operação policial, os policiais conseguiram encurralar os traficantes da Vila do João, que invadiram uma casa e tentaram fazer uma familia de refém.

Não adiantou, e foram capturados pela policia. Eles só não contaram que entre os presos, estava o traficante Fernando Antonio Maciel de Souza, o Caixa D'água, o homem que estava organizando o ADA na Vila do João e Palace, os únicos territórios que ainda eram ADA no Complexo da Maré.

Grupo do ADA preso na VIla do João.

Praticamente a guerra estava terminando naquele momento.

1 semana depois dessa captura na Vila do João, os traficantes do ADA tentaram dar um revide na Vila do Pinheiro, mas acabaram sendo atacados ferozmente pelo Terceiro Comando Puro.

Para sair da ação, o grupo sequestrou um ônibus da linha 634, deram ordens para que todos as pessoas saíssem do coletivo, e levaram até a entrada da Vila do Pinheiro e atearam fogo.

Essa ação era pra chamar atenção da Policia na Vila do Pinheiro, e isso faria o TCP recuar da Vila do João. Uma tática já conhecida do tráfico de drogas no Rio de Janeiro.

Mas não adiantou muito!

No final de Setembro o ADA perdeu o controle total do Complexo da Maré, e o novo dono era o TCP.

Um Complexo da Maré do Astro

Como foi um homem importante na guerra pela Maré, o traficante Menor P ganhou o respeito de "chefão" pelos comparsas de facção.


Ele era o segurança pessoal do Facão, e como já era de confiança, se tornou o chefão do Complexo da Maré, dividindo o posto com os comparsas Chapoca, Carrapato e Bill, os traficantes que ajudaram nos combates.


Na época todos duvidavam da capacidade do Menor P em administrar um território extenso e perigoso, mas estrategicamente, ele conseguiu organizar todas as bocas de fumo e ganhou a confiança das comunidades, que eram acostumadas com as ordens dos traficantes do ADA.

Obviamente existiam envolvidos que conseguiram ficar na Maré e não foram expulsos,  e que trabalhavam como informante da facção ADA numa possível retomada, que nunca aconteceu.

Após 2009, por muito tempo a Maré se tornou o Quartel General do Terceiro Comando Puro, onde o Menor P ajudava todos os comparsas de facção quando solicitado.


Assim que o Batgol ganhou novamente o beneficio de sair da cadeia para trabalhar, o seu destino de fim de semana era as comunidades do Complexo da Maré, onde também recebia uma porcentagem nos lucros, por ter ajudado seu comparsa Facão na retomada.



Da Maré, o Menor P já tentou abrir guerra com outras comunidades, e principalmente contra o Complexo do Caju, um território que era formado por dissidentes do ADA na Maré.

Em uma investida repentina, o grupo do Menor P conseguiu invadir a Chatuba do Caju, mas saíram da comunidade com medo de apreensões policiais numa possível operação.


Seu grupo auxiliou também nas guerras pela comunidade do Morro da Congonha (CV) em Vaz Lobo na zona norte. Conseguiram invadir com apoio do Morro da Serrinha (TCP), mas não ficaram dois dias. Foram expulsos pela policia.

A Maré já auxiliou na guerra interna do TCP no Morro do Estado em Niterói, onde o Menor P optou por ficar ao lado do grupo denominado como "Bonde dos Crias", que eram traficantes que não gostava da liderança do traficante Anão, o chefão do Morro do Estado.



A Maré já ajudou na guerra pelas comunidades a Santa Lúcia (CV) em Imbariê, onde conseguiram ficar por algumas semanas, mas foram expulsos pelo CV.

A última guerra que teve participação direta do Complexo da Maré, foi a invasão na Vila Kennedy em 2014.


Os grupos organizados pelo Menor P e pelo Peixe da Vila Aliança, conseguiu invadir a Vila Kennedy (CV) com apoio de traficantes Rô, Noronha, Zebreão e Playboy, que eram CV e foram para o TCP de Senador Camará.

Conseguiram ficar em algumas localidades da Maré, mas como a guerra ganhou uma proporção imensa na mídia, foi acelerado uma instalação da UPP na Vila Kennedy, e esfriou os planos do TCP em Bangu.

Essa guerra causou a prisão do Menor P, que foi encontrado em um apartamento de luxo em Jacarepaguá, onde não mostrou resistência.

Sem o Menor P de frente no Complexo da Maré, os gerentes ganharam a responsabilidade de comandar o tráfico em conjunto, onde cada um era chefe em uma boca de fumo.

Força de Pacificação na Maré

Nos anos de 2014 e 2015, uma Força de Pacificação se instalou no Complexo da Maré, dando foco nas áreas do TCP.

Com a presença do exército em seu território, os traficantes tiveram que reinventar um jeito de comandar sem ser pego pelos militares.

Adotaram a ideologia de não atacar os militares. Uma ideologia encabeçada pelo traficante Thiago Silva Folly, o TH, o homem de confiança do Menor P. Ele controla a Baixa do Sapateiro e Timbau, e é bem visto na Vila do Pinheiro e Vila do João.
TH ou Social.

Mesmo com a presença dos Militares em seu território, sofreram dias de invasões da facção ADA, que naquele momento estava fortemente armada e organizada pelo traficante Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, que era homem de confiança do Samuca.

Mesmo assim. Mesmo com o Playboy de frente das invasões, apenas ficaram por poucos dicas no Conjunto Esperança, e foram expulsos nas ações da Força de Pacificação, que apareceu para intervir nos confrontos.

Em agosto de 2015, o Playboy, o homem que trazia perigo para o TCP no Complexo a Maré, acabou morrendo em uma ação da Policia Federal e Civil no Morro da Pedreira em Costa Barros.
Playboy ou Maluquinho.

O TCP também sofreu baixas no Complexo da Maré, e foram perdendo os chefes em ações da Policia, que capturou os traficantes Zangados, Drogadão, Relâmpago e entre outros que ostentava um cargo como chefe na Maré.

A Maré de Hoje em dia

Hoje em dia (2016) o Complexo da Maré permanece do mesmo jeito que ficou em Setembro de 2009.

O TCP não perdeu nenhum território, pelo contrário, ganhou mais reforços e aumentou seu poder bélico para segurar a Maré.


Dificilmente entram na mira das autoridades, pois procuram ficar "fora da mídia" e evitam ações arrojadas e desastrosas.

O método de controlar continua o mesmo após a prisão do Menor P, onde cada gerente controla sua localidade, e o único chefe que voltou foi o traficante Carrapato, que é praticamente um deficiente físico.

Os traficantes TH e PL, continuam recebendo ordens e liderando as comunidades da Baixa do Sapateiro e Morro do Timbau, com pouca influência na vila do João e Vila do Pinheiro.


Os rivais do ADA continuam ameaçando em retomar seu território, mas em ano de eventos olímpicos na cidade do Rio de Janeiro, é praticamente impossível essa ação ser concluída pelo ADA.

Possivelmente os territórios do Complexo da Maré serão ocupados por forças Militares durante os jogos Olímpicos, para trazer segurança para os turistas e atletas durante os jogos.

Diante os fatos, ver a Maré sendo militada por outra bandeira criminosa é praticamente impossível nesse exato momento.

Mas nada é totalmente impossível no mundo criminoso do Rio de Janeiro.

Qual a sua opinião sobre esse assunto?

Caso queira completar o artigo com novos relatos. Deixe seu comentário abaixo.

CV perde líderes na Guerra pelo Chapéu-Mangueira no Leme

Após os últimos acontecimentos, parece que a guerra entre CV e TCP nos Morros Chapéu-Mangueira e Babilônia, vai chegar ao fim.

Há dias os traficantes do Comando Vermelho, organizados no Babilônia (CV), tentam invadir e retomar o Chapéu-Mangueira, com grupos liderados pelos traficantes Saci e Thiaguinho e outros soldados.

Há quem diga que no primeiro confronto, conseguiram expulsar o TCP do Chapéu-Mangueira, mas no contra-ataque, foram atacados no Babilônia, ocasionando a morte de um morador, que recebeu um bala perdida em sua casa.

Ficou tiroteio pra lá e pra cá. Caiu no conhecimento da mídia essa guerra de facções, pois tirou o sono de vários moradores das duas comunidades e do Leme de forma geral.


Vidas inocentes foram sendo perdidas a cada tiroteio entre as facções.

Para acabar de vez com os confrontos o COE enviou reforços para a região, e na quarta-feira o BOPE entrou para intervir um novo confronto no Chapéu-Mangueira.

Encontraram na área de mata dois fuzis, uma pistola, drogas e munições, e mais dois corpos que foram identificados no decorrer do dia.


 Os corpos encontrados na mata eram dos traficantes Thiago Corrêa da Silva, o Thiaguinho e do Alex Fernandes Moura, o Saci. Justamente o traficantes que estava liderando as invasões para o Comando Vermelho.

Os dois já estavam com cartaz de procurado, onde deram o valor de R$ 1 mil reais pela captura de ambos.

Os traficantes do Babilônia (CV) foram organizados pelo traficante Adauto do Nascimento Gonçalves, o Pitbull, que controla o Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Traficantes da Ladeira dos Tabajaras (CV) também foram convocados para invadir e retomar o Chapéu-Mangueira no Leme.


Diante as mortes dos envolvidos com a guerra, e também do reforço policial na UPP que controla o Morro do Chapéu-Mangueira e Babilônia, a guerra promete ter um fim tão logo.

Possivelmente ficará na mesma situação de antes. Chapéu com o TCP, e o Babilônia sob a bandeira do CV.

Traficantes da Cidade de Deus Matam Policial Militar em Patrulha

Em uma patrulha de rotina na Cidade de Deus (CV) em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro. Aconteceu um tiroteio com os traficantes do Comando Vermelho, e um Policial Militar foi morto.

Estavam realizando um patrulhamento nas ruas da Cidade de Deus (CV), quando um grupo atacou a viatura e a patrulha. O cabo recebeu um tiro na cabeça. Chegou a ser levado para o hospital Lourenço Jorge na Barra da Tijuca, mas foi transferido para o Hospital Miguel Couto na Gávea, mas não resistiu a cirurgia e acabou falecendo.

Já são 6 mortes de policiais em menos de 2 semanas no Rio de Janeiro.

A policia informou que esse ataque foi uma retaliação dos traficantes, pois na manhã da quinta-feira, prenderam o traficante Diego da Belfast, apontado como gerente na localidade conhecida como "Ap".


Sem dúvidas que o ritmo do tráfico na Cidade de Deus voltou como era antigamente, e os traficantes não se intimidam com a presença da Policia na comunidade.

Provavelmente será realizado operações para capturar o autor dos disparos que ocasionou a morte do Policial.

Vamos aguardar.

Homem morre em Tiroteio no Morro do Borel na Tijuca

Um homem foi baleado em um tiroteio dentro do Morro do Borel (CV) na Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro.

Como de costume, os policiais estavam patrulhando a comunidade e bateram de frente com um grupo de traficantes do CV.

Obviamente houve um intenso confronto, mas um homem foi baleado por conta desse tiroteio. A vítima não teve a identidade revelada, mas os moradores realizaram um protesto por conta desse tiroteio.

Entenda o caso.

Policia Prende a Liderança do Morro do Juramento entre os 20 detidos na operação de hoje

A Policia focou hoje em enfraquecer ostensivamente os grupos da facção Amigos dos Amigos no Rio de Janeiro.

Aconteceu operações simultâneas em várias comunidades do ADA, como no Morro do Urubu, Primavera, Urubu, Jorge Turco e Complexo da Pedreira.

O destaque foi a prisão no Morro do Juramento (ADA) em Vicente de Carvalho, na zona norte do Rio de Janeiro.

Logo pela manhã a Policia apareceu no Morro do Juramento, com apoio de blindados e um helicóptero. Em mãos, estavam com cerca de 40 mandados de prisão, fruto de mais de sete meses de investigações em cima da quadrilha que comanda o Morro do Juramento.

Para surpresa ou não, encontraram numa casa um grupo que seria a liderança do tráfico no Morro do Juramento, com eles, foram encontrados armas, carregadores e uma quantidade de drogas.


Essa operação foi nomeada como "horkus", que em latim, significa "Juramento", nome do morro em questão.

Inclusive, nessa varredura no Morro do Juramento, levaram o presidente da associação de moradores. Segundo a Policia, o presidente é acusado de recolher uma espécie de caixinha dos moradores do Juramento, e investigam também a construção de uma piscina dentro da comunidade, que seria fruto do dinheiro do tráfico e a caixinha dos moradores.

Entenda o caso na matéria



Dos quarenta detidos, cerca de 20 não tinha nenhuma passagem na Policia, e por essa razão a operação contou com dias de investigações.

Destaque para a prisão do primeiro escalão do tráfico no Juramento, que eram os traficantes Granada, Pelezinho, Magrão, Savin, JN e entre outros.

Granada e Pelezinho, ocupavam o cargo de gerência para o frente do tráfico no Morro do Juramento, conhecido como Palmito, que não foi encontrado nessa ação.


Lembrando que o Morro do Juramento é administrado pelo traficante Lindinho (preso) chefe do tráfico em Macaé, Urubu e Complexo do São Carlos.

Homens da sua confiança controlam a distribuição de drogas, armamentos e soldados para o Morro do Juramento. Entre eles, estariam os traficantes Limão e Feio, homens de confiança do Lindinho.


Nos últimos dias o tráfico no Morro do Juramento estava em estado de alerta, pois foram ameaçados pelos rivais do Comando Vermelho, a facção que o ADA expulsou do Juramento há mais de um ano.

Com esse enfraquecimento da Policia, é perfeitamente possível que o CV tente alguma investida para retomar o Juramento.

Vamos aguardar.

Miliciano é procurado por participar de morte de um Marinheiro

Policia procura Miliciano de Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro.

Ele é acusado de participar do assassinato de um Marinheiro em 2015. Bem como, em roubos de carros e atuações na Milícia Liga da Justiça em Campo Grande.

O Miliciano costuma ostentar jóias e dinheiro nas redes sociais.

Entenda o caso.

Policia Civil faz o cerco contra os roubos em mais de 6 comunidades do ADA

A Policia Civil realiza uma mega operação conjunta em pelo menos seis comunidades comandadas pela facção Amigos dos Amigos.

Com foco em coibir e cumprir mandados de prisão contra os assaltantes de carros, cargos e participantes do tráfico de drogas.

A operação está sendo realizada nas comunidades do Morro do Juramento, Morro do Urubu, Primavera, Jorge Turco, Morro dos Macacos e Complexo da Pedreira. Todas comandadas pela facção ADA.

A operação foi denominada como Horkus é conta com a participação de mais de 350 policiais civis. Fruto de meses de investigações sobre as atuações criminosas dessa quadrilha.

Mesmo sendo comunidades distantes, todas tem uma ligação entre si, e no quesito roubo de cargas, existe uma ligação entre essas comunidades.

Vamos aguardar o término da operação.

Policia Civil no Morro do Juramento.
Pedreira.

Tiroteio de longe entre facções assusta os moradores de São João de Meriti

As desavenças esquentou entre as facções Comando Vermelho e Amigos dos Amigos em São João de Meriti.

Há meses os bandidos disputam territórios no bairro da Venda Velha, onde de uma lado se encontra o grupo do ADA, que domina a Caixa D'água, e do outro, os bandidos do CV que controlam os morros do Fumacê, Azul, Igrejinha e os demais que compõem um conjunto de comunidade que são conhecidas como Complexo da Parma. Um apelido devido a um grupo antigo conhecido como "Bonde da Parma".

Já bastava as desavenças por territórios, agora os grupos guerreiam por "bailes" nas suas respectivas comunidades.

Há meses os bailes funks no Morro do Fumacê (CV) foram liberados, por ordens do traficante conhecido como Fp. Uma estratégia para aumentar as vendas na região, e também para rivalizar com o baile da Caixa D'água (ADA).


Acontece que o Fp foi preso nas últimas semanas, e quem comanda as comunidades comandadas pelo "Bonde da Parma" é o traficante conhecido como Dú.

Dú é o responsável geral na região, e já tem um problema para resolver e para trazer paz para os moradores das suas comunidades.

Desde que instalaram o "Baile Funk" em todas as sextas-feiras no Morro do Fumacê (CV), os bandidos do ADA da Caixa D'água, aplicam tiros em direção ao baile para acabar com o evento.

Mesmo sustentando uma rivalidade em São João de Meriti, em questão de festividades, os grupos se respeitavam até o presente momento, mas essa trégua parece que cessou!

Com os moradores e os frequentadores insatisfeitos com esse perigo que assola nos bailes do Fumacê (CV), os responsáveis tentaram abrir uma nova trégua com os rivais do ADA, para não ter tiros em dias de bailes em seus morros.

Mas por ordens do traficante conhecido como Gordão ou Th, chefe do tráfico na Caixa D'água (ADA), os tiroteios de longe vão continuar, e não quiseram ouvir os rivais do CV nesse novo tratado.

Com isso, abriram novamente uma nova rixa na Venda Velha. Para não deixar barato, agora os traficantes do CV aplicam tiros em dias de bailes nos sábados no Morro do Caixa D'água (ADA) para responder os ataques em seu morro.

E a região está sofrendo com essa seção de tiros de lá pra cá, de sexta e sábado.

Nem na histórica rivalidade entre os traficantes do Chapadão (CV) e Pedreira (ADA), existe esse registro de tiroteios em dias de baile.

Portanto, a rivalidade em São João de Meriti promete esquentar com essas atitudes das facções que controlam a região.

Vamos aguardar.

Grupo do CV tenta expulsar os rivais no Chapéu-Mangueira no Leme. Já sao dois dias de confrontos

Já são dois dias seguidos de confrontos nos Morros do Babilônia (CV) e Chapéu-Mangueira (TCP) no Leme, na zona sul do Rio de Janeiro.

No primeiro confronto, um morador foi atingido no Morro do Babilônia (CV) quando estava tomando banho. Em seguida, os Policiais apareceram para pegar os traficantes.

Ontem, houve mais um confronto entre os morros do Babilônia (CV) e Chapéu-Mangueira (TCP) confirmado pela coordenadoria da Policia pacificadora. Até os policiais do BOPE foram acionados para manter a segurança dos moradores, que já começam a se queixar dos tiroteios nas redes sociais.

Segundo os moradores, os confrontos foram iniciados pelos traficantes que comandam o tráfico no Morro do Babilônia, onde estão tentando expulsar os rivais do TCP no Morro do Chapéu-Mangueira.


Auxiliados pelos chefes dos morros Pavão-Pavãozinho e Cantagalo (CV) em Copacabana, os traficantes de vulgo Saci e TH, estão guerreando, colocando os planos para estender bandeira do Comando Vermelho no Chapéu-Mangueira, no Leme.

Segundo relatos dos moradores, no Morro do Chapéu-Mangueira, já é possível se deparar com bandidos oriundos do Babilônia, e traficantes que comandavam o tráfico no Chapéu, já começam a fugir em direção ao Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro.

Sabemos que essa tentativa do CV em retomar o Chapéu-Mangueira já é antiga, agora, só nos resta aguardar o desfecho desses confrontos.

Policia prende três traficantes na Vila Aliança

Policiais realizaram uma operação para combater o tráfico na Vila Aliança (TCP) em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Usaram um blindado da CORE para entrar na comunidade, para ajudar os policiais a cumprir os mandados de prisão e buscas.

Houve confronto com os traficantes controlados pelo Nathan, chefe do tráfico na Vila Aliança.

Conseguiram prender três pessoas que seriam suspeitos de abastecer as bocas de fumo da Vila Aliança. Eram pessoas de confiança do Nathan.

Recuperaram carros e motos, que provavelmente foram produtos de roubos na zona oeste.

Entraram na casa do Nathan, e apreenderam a contabilidade do tráfico na Vila Aliança, como anotações das cargas e das bocas de fumo.

A policia entendeu que essa operação vai desarticular grande parte do grupo do Nathan, o manda-chuva na Vila Aliança.

Tiroteio deixa um Inocente Ferido no Morro do Babilônia (CV)

Policiais da UPP trocaram tiros com bandidos do Morro da Babilônia (CV) na localidade da Caixa D'água na noite dessa sexta-feira.

Os traficantes trocaram tiros e se esconderam na área de mata que corta o morro. O morador foi baleado no peito, e foi encaminhado para o hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, na zona sul do Rio de Janeiro.

O Grupamento de Intervenções Táticas da UPP está reforçando a segurança no Morro da Babilônia.

Há dias a comunidade vem sofrendo com focos de tiroteio, que quase sempre é na tentativa dos bandidos do Babilônia (CV) em entrar no Morro Chapéu-Mangueira, que está dominado pelo Terceiro Comando Puro.

Fonte: g1.globo.com

PM realiza operações para combater o tráfico do Sabão e Boa Vista em Niterói

Diante meses de investigações, a Policia Civil conseguiu prender dois elementos que abasteciam as bocas de fumo para os traficantes das favelas do Sabão (ADA) e Boa Vista (ADA) em Niterói.

Veja a matéria completa no vídeo do R7 abaixo:

Grande Operação da Policia Militar no Parque União (CV) no Complexo da Maré

Hoje o dia amanheceu com uma grande movimentação da Policia Militar no Complexo da Maré, com ênfase na comunidade Parque União, controlada pelo Comando Vermelho.

Policiais do BOPE e do Batalhão do Choque, estão participando no cerco contra os traficantes do Parque União. Monitoram as entradas e saídas da comunidade, e utilizaram um helicóptero de monitoramento para saber quem entra e quem sai da comunidade. Um veículo blindado está dando apoio nessa operação.

Por causa dessa intensa operação. Segundo a Secretário de Estado de Educação, o CIEP 326 - Professor César Pernetta teve que suspender as aulas nesta manhã, para garantir a segurança dos funcionários e dos alunos.

A policia informou que houve um intenso confronto no Parque União, e um suspeito de participar do tráfico foi atingido. Com ele, apreenderam uma pistola Glock e dois carregadores.


No momento, mais dois blindados ajudam a Policia nessa operação.

O clima é tenso na região.

Vamos aguardar o término da operação.

fonte: g1.globo.com

Policia captura chefe da Milícia da Boiúna

Ontem os Policiais Civis da DH prendeu em flagrante o Miliciano Erivaldo Juvino Silva, o Nem, apontado de chefiar a Milícia da Boiúna na Taquara.

Contra ele, existia três mandados de prisão por crimes de porte ilegal de arma e formação de quadrilha.

Foram apreendidos um fuzil calibre 556, pistola Glock .45 e um colete a prova de balas.

A policia aponta que esse Miliciano está envolvido com homicídios que aconteceram em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro.
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